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04 abr 2018

Confiança, reputação e credibilidade

Para que você conquiste bons resultados com a comunicação é preciso que tenha credibilidade. Não há outro caminho. As pessoas só aceitarão as ideias que você propuser se confiarem em suas palavras. E confiança não é um atributo que se adquire de uma hora para outra. É uma qualidade que precisa ser conquistada a cada instante com seu comportamento e sua postura.

Entenda que quando falo em comportamento e postura não estou afirmando que você deva ser do tipo bonzinho, que precisa concordar com tudo e agradar a todos. Não há dúvida de que amabilidade e gentileza são atributos importantes para que sejamos queridos e admirados, mas a conquista da confiança não se limita a esta simpatia pessoal; ela se apóia principalmente na coerência entre palavras e ações.

A credibilidade deve ser buscada em todos os momentos, desde as situações mais descontraídas, como nas conversas com amigos e familiares, até as circunstâncias mais formais, como nas reuniões de negócios ou nas importantes apresentações diante de platéias numerosas.

Às vezes sem perceber construímos armadilhas para nós mesmos. É natural que queiramos ser admirados e aceitos por todas as pessoas. Como temos consciência de que algumas qualidades favorecem nossa imagem e conseguem projetá-la de maneira bastante positiva, nós as desejamos tanto, que chegamos a acreditar que já as possuímos, e falamos como se elas estivessem mesmo incorporadas ao nosso comportamento.

Entretanto, as pessoas que nos cercam e que nos conhecem bem percebem que a realidade é diferente. Observam que falamos de uma forma, mas nos comportamos de maneira distinta. Pregamos a importância da disciplina, pontualidade, organização, mas nem sempre somos tão organizados, disciplinados ou pontuais.

Dizemos, por exemplo, que a tolerância com as pessoas mais humildes é uma prática que precisa estar presente nas nossas ações, mas nos mostramos intolerantes na primeira oportunidade. Afirmamos que usar de diplomacia é mais conveniente que perder o controle e ser tomado por explosões emocionais, porém agimos com destempero, gritando e esbravejando quando somos contrariados.

Esse descompasso, esse distanciamento entre o que defendemos e a forma como agimos não só compromete nossa imagem, como também, e o que é muito pior, tira nossa credibilidade. Analise bem como tem se comportado. Observe se as suas atitudes dão respaldo às suas palavras. Essa deve ser uma meta de todos nós: buscar cada vez mais coerência entre o que dizemos e a forma como agimos.

Superdicas da semana:

– As atitudes precisam corresponder ao que as palavras dizem

– A reputação é construída a partir das pequenas ações

– A credibilidade do orador é conquistada ainda fora da tribuna

– Não se deve prometer o que não se pode cumprir

– É preciso cumprir tudo o que for prometido

 

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Livros de minha autoria que ajudam a refletir sobre esse tema: “Como falar corretamente e sem inibições” “Assim é que se fala’ e “A influência da emoção do orador no processo de conquista dos ouvintes” e “O que a vida me ensinou”, publicados pela Editora Saraiva.

 

 

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